A PSP apreendeu ainda armas, munições e droga. A rusga realizou-se na Quinta da Serra, um dos bairros mais problemáticos do concelho.
Este video mostra alguns dos problemas nos bairros sociais e de lata, como o tráfico de droga e o tráfico de armas, e os desacatos entre gangues, que anteriormente a esta noticia causou um ferido devido a um confronto com troca de tiros.
Polícia deteve seis pessoas em Loures
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
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Câmaras da Amadora e da Moita ponderam expropriação de terrenos na Cova da Moura e no Vale da Amoreira, respectivamente
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A Câmara da Amadora está a ponderar a expropriação dos terrenos privados que compõem o bairro da Cova da Moura, porque não está a conseguir chegar a acordo com os proprietários que viram o local ser ocupado por construções ilegais.
Tanto o bairro da Cova da Moura como o do Vale da Amoreira, na Moita, foram há um ano objecto de um protocolo assinado entre o Governo e as respectivas autarquias para serem recuperados, mas o processo tem sofrido atrasos e muito pouco foi feito.
Na Amadora, a directora financeira da autarquia sublinha uma dificuldade que pode atrasar ainda mais a recuperação da Cova da Moura.
A aquisição dos terrenos que compõem o bairro é essencial para requalifica-lo, mas a câmara não está a conseguir chegar a acordo com os proprietários que viram os terrenos serem ocupados por construções ilegais.
Margarida Guimarães diz que no limite a expropriação pode vir a ser a solução se o esforço para um acordo negociado não resultar.
«Esse processo não está ainda finalizado, não existe o acordo com os proprietários, a perspectiva da câmara é tentar uma compra com uma solução em que se chegue a um valor, se tal não for possível será apresentada uma proposta pela Câmara à Assembleia Municipal de expropriação», adianta esta responsável.
In TSF 17/3/2009
A maioria das construcções nos bairros sociais são de génese ilegal, e o Governo, com o apoio das respectivas autarquias, tem tentado recuperá-los, mas têm sido colocadas dificuldades, e a expropriação pode vir a ser o fim dos terrenos nestes dois bairros.
Tanto o bairro da Cova da Moura como o do Vale da Amoreira, na Moita, foram há um ano objecto de um protocolo assinado entre o Governo e as respectivas autarquias para serem recuperados, mas o processo tem sofrido atrasos e muito pouco foi feito.
Na Amadora, a directora financeira da autarquia sublinha uma dificuldade que pode atrasar ainda mais a recuperação da Cova da Moura.
A aquisição dos terrenos que compõem o bairro é essencial para requalifica-lo, mas a câmara não está a conseguir chegar a acordo com os proprietários que viram os terrenos serem ocupados por construções ilegais.
Margarida Guimarães diz que no limite a expropriação pode vir a ser a solução se o esforço para um acordo negociado não resultar.
«Esse processo não está ainda finalizado, não existe o acordo com os proprietários, a perspectiva da câmara é tentar uma compra com uma solução em que se chegue a um valor, se tal não for possível será apresentada uma proposta pela Câmara à Assembleia Municipal de expropriação», adianta esta responsável.
In TSF 17/3/2009
A maioria das construcções nos bairros sociais são de génese ilegal, e o Governo, com o apoio das respectivas autarquias, tem tentado recuperá-los, mas têm sido colocadas dificuldades, e a expropriação pode vir a ser o fim dos terrenos nestes dois bairros.
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bairros sociais: demolição ou reabilitação?
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Num tempo em que a criminalidade surge constantemente associada aos bairros municipais, e sabendo que em Portugal, nos concelhos de Lisboa, Porto e Setúbal, existem cerca de 110 “bairros problemáticos”, como tal referenciados pelas forças policiais, surge a questão de saber como tratar o problema.
Sabe-se que os municípios não dispõem de capacidade financeira para reabilitar por si os bairros mais degradados e que as rendas sociais raramente são cobradas ou o despejo efectivado na falta de pagamento.

A demolição e consequente realojamento dos moradores nos bairros menos degradados tem surgido como a solução economicamente mais vantajosa, mas existe o perigo de, ao resolver um problema, estar-se a criar outro problema. A tentação dos municípios é obter o máximo de receita, demolir os bairros cujos terrenos tenham maior valor no mercado imobiliário e transferir os moradores para os bairros periféricos das grandes cidades.
Temos conceituados arquitectos e engenheiros que poderiam revolucionar os bairros sociais com habitações economicamente sustentáveis, tornando-as amigas do ambiente e um exemplo para o urbanismo português, à semelhança do que do melhor existe no Norte da Europa. Fundos de ajuda internacionais, parcerias com os privados e ONG´s poderiam ajudar a resolver a questão do necessário financiamento.
Só envolvendo e cuidando dos moradores do bairro, chamando-os a participar na cidade, e reconhecendo-lhes a sua identidade e pluralismo cultural, podemos fazer com que as pessoas se sintam integradas e úteis à sociedade.São centenas de pessoas que vivem em más condições, sem recursos financeiros, mas gente boa que não gosta de conviver com o tráfico da droga e a violência, e que merecem uma política diferente, de maior coesão social.
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Origem dos novos Bairros Sociais
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Os novos bairros sociais tiveram origem no PER: Plano Especial de Realojamento.
O PER nasceu da mão do Professor Aníbal Cavaco Silva nos idos de 1995, altura em que ele era Primeiro-Ministro, numa altura em que era necessário alojar milhares de familias que então viviam em situação precária em várias zonas metropolitanas, sobretudo do Porto e Lisboa.
Não havia nessa altura habitação disponivel e por isso foi necessário construir de raiz e não segundo os melhores modelos habitação em massa para resolver no imediato essa necessidade, projectos houve , não muitos que corresponderam às expectativas dos seus habitantes, mas a maioria, apesar da melhoria da habitação continuaram-se a sentir marginalizados e não integrados.
O que é de compreender, pois se Urbanizações PER houve que enquadraram esse pressuposto, outras houve feitas longe de tudo e de todos, de terreno Industrial a terreno protegido tudo valeu , não para integrar socialmente, mas porque era o terreno mais barato e onde as urbanizações se pagavam quase que a si próprias com as contrapartidas que as autarquias davam aos promotores encontrados à medida para esses projectos.
A nosso ver os Bairros Sociais como os conhecemos hoje
O PER nasceu da mão do Professor Aníbal Cavaco Silva nos idos de 1995, altura em que ele era Primeiro-Ministro, numa altura em que era necessário alojar milhares de familias que então viviam em situação precária em várias zonas metropolitanas, sobretudo do Porto e Lisboa.
Não havia nessa altura habitação disponivel e por isso foi necessário construir de raiz e não segundo os melhores modelos habitação em massa para resolver no imediato essa necessidade, projectos houve , não muitos que corresponderam às expectativas dos seus habitantes, mas a maioria, apesar da melhoria da habitação continuaram-se a sentir marginalizados e não integrados.
O que é de compreender, pois se Urbanizações PER houve que enquadraram esse pressuposto, outras houve feitas longe de tudo e de todos, de terreno Industrial a terreno protegido tudo valeu , não para integrar socialmente, mas porque era o terreno mais barato e onde as urbanizações se pagavam quase que a si próprias com as contrapartidas que as autarquias davam aos promotores encontrados à medida para esses projectos.
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O Inicio dos Bairros Sociais em Lisboa
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Foi porém, no início do século XX, que os bairros começaram a aparecer predominantemente na malha urbana lisboeta. Depois da proclamação da República, tornou-se imperativo para os dirigentes de então o alojamento dos muitos habitantes que viviam em bairros clandestinos que se tinha desenvolvido ao longo dos tempos na periferia da cidade. Em 1918 foi institucionalizada a habitação promovida pelo Estado. Apareceram vários projectos de bairros sociais, tais como o Arco do Cego ou a Ajuda-Boa Hora. Esses projectos não saíram do papel até à década de 30; o Estado Novo promoveu a construção de bairros em grande escala destinados às classes baixa e média-baixa. Não seriam porém bairros sociais, mas sim bairros de casa económicas, como Salazar gostava que fossem tratados.
Em 1926, a Câmara Municipal iniciou o "estudo de bairros operários" que mais tarde, em 1928, se veio a reflectir no projecto dos Novos Bairros. O bairro do Alvito foi o primeiro a ser erguido. Foi o bairro piloto deste grande empreendimento que se viria a estender até ao final da década de 60. Estes bairros eram baseados na ideia de cidade jardim, em vigor em todo a Europa (principalmente no Reino Unido); situavam-se na periferia da cidade e eram caracterizados pela simetria e grande organização. Os espaços verdes tomavam um papel importante neste tipo de conjunto urbano, pois sendo casas económicas o único e verdadeiro lazer dos habitantes seria o ar livre. De referir também que estes bairros eram constituídos por casas baixas, normalmente geminadas aos pares. Numa primeira fase apareceram bairros como a Encarnação (o maior e mais característico deste período, principalmente devido às suas grandes dimensões), Santa Cruz ou Madre de Deus. Mais tarde apareceram também, na mesma ordem de ideias, mas já influenciados em parte pela Carta de Atenas, os bairros do Restelo e de Alvalade.
Aqui temos uma breve história da origem dos bairros sociais, não só em Lisboa, mas como também em Portugal.
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Os Problemas existentes nos bairros sociais
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Falar de bairros sociais é falar de falta de formação profissional, educacional e cívica! É falar de pobreza, fome e desemprego! É falar de minorias étnicas e raciais em constante ebulição e confronto!
Pois, como bairros sociais está associado a problemas, encontrámos esta frase que fala desses problemas. Os problemas que normalmente estão associados a estes bairros são a falta de formação de pesooas, a pobreza, a fome , o desemprego e os conflitos entre as minorias étnicas e raciais.
"Nos bairros sociais existem vários problemas, alguns deles podem-se resolver, como por exemplo o alojamento dos moradores, assaltos, agressões, tráfico, entre outras."
No entanto, estes problemas poderão ser resolvidos, com o esforço de todos (habitantes e poder local)
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Bem Vindo !
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Olá a todos os nossos seguidores ! Somos um grupo de 4 alunos da escola secundária de S. João da Talha e estamos a elaborar um blog sobre Bairros Socias e os problemas envolventes !!!
Actualizaremos o nosso blog semanalmente e vamos procurar captar o vosso interresse com várias imagens , testemunhos de vidas e muito mais.... !
Se quiseres colaborar connosco envia-nos tudo aquilo que possa estar relacionado com o nosso tema, pois o blog também é vosso e queremos a vossa participação activa.
Saudações Grupo J
:D
Actualizaremos o nosso blog semanalmente e vamos procurar captar o vosso interresse com várias imagens , testemunhos de vidas e muito mais.... !
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Saudações Grupo J
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