A Câmara da Amadora está a ponderar a expropriação dos terrenos privados que compõem o bairro da Cova da Moura, porque não está a conseguir chegar a acordo com os proprietários que viram o local ser ocupado por construções ilegais.
Tanto o bairro da Cova da Moura como o do Vale da Amoreira, na Moita, foram há um ano objecto de um protocolo assinado entre o Governo e as respectivas autarquias para serem recuperados, mas o processo tem sofrido atrasos e muito pouco foi feito.
Na Amadora, a directora financeira da autarquia sublinha uma dificuldade que pode atrasar ainda mais a recuperação da Cova da Moura.
A aquisição dos terrenos que compõem o bairro é essencial para requalifica-lo, mas a câmara não está a conseguir chegar a acordo com os proprietários que viram os terrenos serem ocupados por construções ilegais.
Margarida Guimarães diz que no limite a expropriação pode vir a ser a solução se o esforço para um acordo negociado não resultar.
«Esse processo não está ainda finalizado, não existe o acordo com os proprietários, a perspectiva da câmara é tentar uma compra com uma solução em que se chegue a um valor, se tal não for possível será apresentada uma proposta pela Câmara à Assembleia Municipal de expropriação», adianta esta responsável.
In TSF 17/3/2009
A maioria das construcções nos bairros sociais são de génese ilegal, e o Governo, com o apoio das respectivas autarquias, tem tentado recuperá-los, mas têm sido colocadas dificuldades, e a expropriação pode vir a ser o fim dos terrenos nestes dois bairros.
Tanto o bairro da Cova da Moura como o do Vale da Amoreira, na Moita, foram há um ano objecto de um protocolo assinado entre o Governo e as respectivas autarquias para serem recuperados, mas o processo tem sofrido atrasos e muito pouco foi feito.
Na Amadora, a directora financeira da autarquia sublinha uma dificuldade que pode atrasar ainda mais a recuperação da Cova da Moura.
A aquisição dos terrenos que compõem o bairro é essencial para requalifica-lo, mas a câmara não está a conseguir chegar a acordo com os proprietários que viram os terrenos serem ocupados por construções ilegais.
Margarida Guimarães diz que no limite a expropriação pode vir a ser a solução se o esforço para um acordo negociado não resultar.
«Esse processo não está ainda finalizado, não existe o acordo com os proprietários, a perspectiva da câmara é tentar uma compra com uma solução em que se chegue a um valor, se tal não for possível será apresentada uma proposta pela Câmara à Assembleia Municipal de expropriação», adianta esta responsável.
In TSF 17/3/2009
A maioria das construcções nos bairros sociais são de génese ilegal, e o Governo, com o apoio das respectivas autarquias, tem tentado recuperá-los, mas têm sido colocadas dificuldades, e a expropriação pode vir a ser o fim dos terrenos nestes dois bairros.


